Esquemas de reforço – Boteco Behaviorista #37

“Não faz muito tempo, esquemas de reforço eram praticamente a definição do condicionamento operante. Eles representaram a maior contribuição da abordagem analítico-comportamental para o domínio da aprendizagem, e constituíram as mais poderosas variáveis independentes que já vi em psicologia. Parecia óbvio e apropriado que eles deveriam ser foco principal de pesquisa. No entanto, eles não parecem ser de grande interesse para os pesquisadores: Golias está dormindo. O que produziu esse atual estado das coisas?” (Zeiler, 1984, p. 485)

Alunos de psicologia geralmente têm contato com a noção de “esquemas de reforço” no início da graduação, em disciplinas como psicologia experimental e análise comportamento, mas geralmente a coisa acaba por aí. No campo de pesquisa, usamos esquemas de reforço em investigações sobre diferentes temas, mas a ideia de que sabemos tudo sobre eles é absolutamente ilusória e prejudicial. Desde Ferster & Skinner (1957), altos esquemas rolaram, muitas descobertas foram feitas. Não é possível que um tema tão central continue a ser tão negligenciado!

Muito que bem: O GIGANTE ACORDOU! hue

Boteco Behaviorista #37: Esquemas de reforço: o gigante adormecido?

– Carlos Eduardo Costa (UEL)
– César Rocha
– Cristiano Valério dos Santos (Universidade de Guadalajara)
– Felipe Epaminondas
– Marcela Ortolan
– Marcelo Benvenuti (USP)
– Raquel Moreira Aló (UnB)

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