Psicologia baseada em evidências – Boteco Behaviorista #28

Há alguns anos, vem ganhando espaço em debates acadêmicos e políticos a noção de “práticas baseadas em evidências” (PBE). Deflagrada inicialmente no campo da medicina, a campanha para que práticas da área da saúde fossem submetidas a um rigoroso e sistemático escrutínio científico logo se estendeu a outras profissões, incluindo a psicologia.

Mas como funciona essa chancela de efetividade chamada “PBE”? Será que um único modelo de “prática baseada em evidência” seria capaz de abarcar abordagens teórico-metodológicas diferentes? Se o que é efetivo de um ponto de vista pode não sê-lo de outro, a que tipo de “evidência” devemos recorrer quando falamos em efetividade? Das intervenções analítico-comportamentais, quais são hoje consideradas “práticas baseadas em evidências”?

E a saúde pública: deveria patrocinar somente práticas baseadas em evidências? Se sim, o que ocorreria com a psicologia no geral, e com a Análise do Comportamento em particular? “Não devemos gastar dinheiro público com bobagens pseudocientíficas” ou “não cabe ao estado julgar o que é melhor, e sim os usuários da saúde pública”? Amigos, apertem os cintos porque o Boteco Behaviorista #28 promete encerrar a 3ª temporada do programa com chave de ouro, chave de braço e mto mais!

Ana Arantes – http://scienceblogs.com.br/odiva
Bruno Costa 
Cesar Antonio Alves da Rocha – http://questaodeacaso.wordpress.com/
Felipe Epaminondas – http://scienceblogs.com.br/psicologico
Jan Luiz Leonardi
Jean Diogo
Marcela Ortolan – http://pontuando.wordpress.com/

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